Atrações do último dia de MUTUM 2015 encerraram a Mostra com chave de ouro
- 13 de jul. de 2015
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Durante todos os dias de MUTUM 2015 o Sumidouro foi o lugar onde grandes nomes da música se encontraram para mostrar um pouco do muito que a nossa música popular brasileira tem a oferecer. No domingo, 12, os shows que vieram para encerrar com chave de ouro essa festa, foram atrações no mínimo espetaculares.
No começo da noite teve o Encontro dos Violeiros de Buriti, o público que compareceu a Praça Joaquim Maracaípe teva a oportunidade de conhecer toda a beleza que o som dessas violas tão caracteristicas da nossa região tem. Os violeiros cantam e tocam as maravilhas do Jalapão, lugar de beleza infinita, onde a comunidade Quilombola Mumbuca faz morada.
A diversidade musical que nossa região tem é simplesmente invejável, na sequência da noite, o Grupo Palmas Música, que democratiza a música erudita fazendo um show com nomes consagrados no repertório, se apresentou e deixou o público encantado e com um gosto de quero mais. O grupo fez um passeio pela música classica europeia, para demonstrar a formação deles na música erudita, e foram intercalando com músicas de compositores brasileiros que dialogam com a cultura popular.
Os já conhecidos Tambores do Tocantins não poderiam faltar na programação do MUTUM 2015, e fizeram um show que não deixou ninguém parado, o som forte e o ritmo contagiante dos tambores foram acompanhados pelo público que dançou do começo ao fim do show. O show contou também com participações especiais do nosso diretor geral Diego Brito, no Baixo e de Esdras Campos, que junto com a equipe ID Comunicação está preparando um DVD super especial de todos os dias de MUTUM, no teclado. Na composição do show também tinham vídeoclipes e documentários sobre o trabalho desse grupo, que ficaram de plano de fundo durante a aprensentação.
Porém a noite ainda prometia mais. Prometeu e cumpriu. Trouxe Xangai acompanhado de Juraildes da Cruz. A maestria de Xangai com uma viola na mão junto com as notas gentis de Juraildes levou o público ao delírio. Quando cantaram “Ei, flor” e “nóis é jeca mais é joia” era possível ouvir um coral afinadíssimo. A amizade desses dois, e a aproximação do Tocantins de Juraildes com a Bahia de Xangai, fez do espetáculo musical ainda mais rico, bonito e impossivel não de pedir aquela música que não estava no repertório.






























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