Momento de troca de experiências na Roda de conversa Indígena
- 10 de jul. de 2015
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De forma singela, o cacique José Miguel Javaé, define a cantoria e o próprio canto como: “Momento de alegrecer”. Simplesmente cantar para que o momento se torne alegre e festivo. Seja ele um casamento, nascimento, trabalhar com a terra, ou até por algum motivo funebre.
Para o cacique Miguel Apinajé, o canto deve ser repassado para as futuras gerações como algo sagrado e que deve sempre ser lembrado. A roda de conversa foi uma oportunidade única para um interação entre pessas que se interessam pela cultura indígena.
Para Tayna Pinheiro a sensação de ouvir a cantoria e participar da roda de conversa foi algo inédito, “senti uma total coletividade entre eles, como se cantar fosse para unir o grupo”. Uma sensação perecida sentiu a argentina Jimena Gramajo, que relata ser seu primeiro contato com a cultura indígena brasileira. Jimena conta que antes de vir ao Tocantins ganhou um livro sobre os Krâho, e que a roda de conversa ficou ainda mais interessante, “foi uma grata surpresa”, comenta.
Quem mediou o encontro a historiadora Lidia Soraia, e ao final os participantes foram convidados a participar de uma dança, acompanhados por mais cantoria. Tanto para quem participou do momento, quanto para quem assistiu, foi como se todos se unissem e fizessem parte de um só povo.






























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